O texto a seguir integra o livro “Ser prenda, ser peão” da Editora Pragmatha:

Minha trajetória iniciou quando fui 2ª Prenda Juvenil, em 2015, pela entidade. Em 2017, alcancei o título de 1ª Prenda juvenil, também pela minha entidade. Em 2018, participei da Ciranda de Prendas, fase regional, mas infelizmente não alcancei o título, seguindo ainda como representante do meu CTG.

Ser prenda para mim significa ser tradicionalista e cultuar as tradições, além também de ajudar a contribuir para o futuro do tradicionalismo.

As maiores alegrias que levo das minhas gestões são as amizades feitas e os aprendizados adquiridos, entre eles saber me portar como uma prenda e aprender a falar em público, os primeiros desafios que enfrentei.

Ao longo das minhas gestões, sempre busquei fazer tudo certo para conseguir mais adeptos ao tradicionalismo, e, para isso, entre meus projetos, desenvolvi um sobre as danças tradicionais com os alunos do 5º ano da minha escola.

Por isso, aconselho a quem quer concorrer: vai, e vai sem medo! O mundo é seu e você vai conseguir, pois com esforço tudo se consegue. Além disso, irá aprender muito mais do que já sabe e assim vai poder mostrar para mais jovens ou crianças o valor deste Movimento.

Camille Carminatti
São Domingos do Sul/RS – 7ª RT

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